A volta – de quem nunca foi

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Oi pessoal!

Quanto tempo!!! Hoje, passeando por um grupo de blogs no Facebook, li algumas críticas a respeito de uma blogueira “fitness” que tinha “desanimado” – não fazia mais posts, não tinha mais projetos… refleti um pouco sobre isso, pensei que a pessoa tem seus motivos e pensei: EI! Caramba… e MEU blog?

Qual foi minha surpresa ao ver que meu último post foi em JULHO DE 2017 (mas posto com frequência no Instagram do Blog, @marilianaopodeparar, tem link aqui do ladinho)!!! Aí fui olhar minhas estatísticas e fiquei imensamente alegre ao ver que tive muitos visitantes novos nesse meio-tempo, que felicidade, sejam muito bem-vindos!!! E me senti super culpada por ter parado de escrever!!!

Creio que inconscientemente isso aconteceu por um motivo parecido com o da minha colega blogueira duramente criticada no grupo: desanimei.

Tive um problema no pé direito que se estendeu e acabou virando uma grande novela, rsrs. Quem segue o @marilianaopodeparar sabe a saga do meu esporão calcâneo e até deve se encher com meus mil posts e stories sobre esse tempo difícil na minha vida fitness.

“O esporão é uma espícula óssea que cresce no calcâneo (osso do calcanhar), no local onde a fáscia plantar se prende. Normalmente está relacionado com a fascite plantar e, quando é diagnosticado, já existe há pelo menos seis meses.

No esporão de calcâneo, o desenvolvimento ósseo anormal acontece geralmente por uma tração exacerbada da fáscia no calcâneo, que leva o corpo a depositar cálcio no local formando a espícula. Dentro da população, estima-se que uma em cada dez pessoas apresenta essa patologia, mas somente 5% apresentam sintomas. Isso significa que, na maioria dos casos, o esporão não é a causa da dor e não dói. A dor pode vir de uma doença vascular, nervosa, reumática ou da inflamação que o esporão causa nos tecidos adjacentes, como a fáscia por exemplo.”

FONTE: http://www.pessemdor.com.br/dores/diagnostico-de-dores/esporao/

Cometi um erro primário (talvez por não achar que era grave): demorei a procurar ajuda médica, logo a recuperação durou quase tanto quanto o tempo que enrolei… aliás, durou mais. Em fevereiro comecei a sentir dor, mas só em julho fui ao médico. Agora, em janeiro, sinto que está quase curado (vejam bem, QUASE, o esporão não some, ele apenas deixa de inflamar).

Meu tratamento foi longo e complicado:

  1. Fui a um médico e tomei antiinflamatório oral e fiz compressas – não funcionou, na verdade não fez nem cosquinha.
  2. Fui a outro médico, tomei injeções de corticóides (essas mesmo, que ajudam mas incham e engordam horrores), tomei mais remédios orais e fiz 20 sessões de fisioterapia.
  3. Depois das injeções e da fisio, vi uma discreta melhora e voltei a me exercitar no mesmo ritmo de antes. Até Crossfit eu tava fazendo (e gostei, viu), mas pra cada dia de treino, tinha 3 dias de dor… e pular caixotes e fazer tiros de corrida não me ajudou muito a melhorar, rsrs.
  4.  Procurei um profissional que fizesse Moxaterapia, pois algumas pessoas me indicaram esse tratamento. Acabei fazendo não apenas a Moxaterapia, mas também massagem, acunpuntura… foram umas 15 sessões. Farei um post bem legal sobre isso, foi uma das melhores decisões que tomei para melhorar.
  5. No meio desse tratamento, resolvi trancar a academia e passar algumas semanas sem fazer nada de exercícios, focando apenas na Moxa e outros tratamentos. Foi aí, que em Dezembro, começou a melhora propriamente dita. E voltei a me exercitar devagar agora no final do ano.

Toda essa novela durou uns 6 meses. Fiquei mal pra caramba, não vou mentir pra vocês. É muito triste ter qualquer problema de saúde, e pensei que esse seria apenas mais um que eu passaria e melhoraria, mas ele não melhorava nunca!!! Fiz de tudo que vocês possam imaginar, reza, chá, acabei com o estoque de advil de São Paulo… mas só melhorou depois do combo repouso + tratamento, não tem jeito.

Acabei desenvolvendo muita ansiedade nesse meio-tempo e claro, descontei muito na comida e acabei engordando. Não vou colocar a culpa em ninguém, nem me justificar muito. Tenho uma compulsão forte (que ficou controlada durante muito tempo, já mencionei várias vezes aqui), acabo descontando minha frustração na comida quando minha confiança enfraquece. Foi um deslize meu, mas não fico me martirizando, sou compreensiva ao ponto de saber que tive minhas razões e o mais importante: quero voltar a ter um peso do qual me orgulhe e me sinta confortável. Sei o caminho muito bem e tenho confiança e disciplina suficiente para me manter nele.

Meu corpo está assim atualmente:

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Não tem photoshop, não tem filtro nem nada. Eu sou assim mesmo. Minha gordura se aloja nos quadris e ultimamente, nos braços e um pouco no busto. Os braços e o busto são o que tem me incomodado mais, nunca tive muita gordura nesse região e gostaria muito de diminuir.

Perder uns 10 quilinhos seria o ideal. Vamos em 2018 fazer isso junto comigo? Colocar metas, objetivos, fazer muitos exercícios e uma boa dieta? Vamos começar isso HOJE?

Amanhã volto com um post sobre esse novo desafio e como vou fazer para chegar a esse objetivo, ok?

NÃO PODE PARAR!!!

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Por um mundo com menos restrições absurdas e resultados efêmeros

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Outro dia meu namorado, que sabe que adoro uma leiturinha fitness básica, me mandou um link de uma reportagem sobre uma Engenheira que havia perdido 12kge estava com zero pneuzinhos. Pensei ser mais uma reportagem sobre Low Carb, No Carb, chás ou dietas malucas, mas quando comecei a ler a história, ver as imagens, achei muito legal e já tô seguindo a moça no instagram: @kellycanizares

Não, ela não era obesa mórbida, não estava tãããão acima do peso, mas quis mudar seus hábitos, perder peso, o que não deixa de ser uma história muito inspiradora.

Ela teve a ajuda de um bom coach, mudou muita coisa e tornou-se muito disciplinada. Claro que nem todo mundo tem acesso a esse tipo de ajuda, mas achei tão pertinentes as dicas e o modo dela se alimentar, que vou colocar o link para quem quiser conhecer:

http://www.vix.com/pt/bdm/corpo/menos-12-kg-zero-pneus-e-perna-dura-engenheira-conta-como-conseguiu?utm_source=facebook&fb_ref=b5c77e2c86fa488cb754234b6a6877f0-Pinterest

É legal conhecer histórias como a dela. Eu costumo focar em histórias enormes de perda de peso, mais de 20, 25kg, ex obesos, pessoas em estado crítico de saúde para me inspirar…. Mas, as pessoas que tem objetivos mais “curtos” também tem muitas dificuldades, se superam, e podem dar dicas preciosas para quem está em processo de perda de peso.

No texto ela diz que as principais mudanças restritivas foram nos primeiros 3 meses, onde perdeu boa parte do peso que queria perder, e que depois focou em ganhar massa muscular e perder gordura. Ela restringe um pouco os carboidratos em determinadas fases (normal, visto o foco atual dela), mas depois pode comer fruta, carboidratos do bem… eu acho que é bem esse o caminho, o corpo dela está excelente e é nesse tipo de exemplo que temos que nos inspirar: pessoas que se alimentam de forma normal, natural, saudável e que conseguem resultados DURADOUROS.

Hoje é segunda, um excelente dia pra procurar histórias de superação e se inspirar! Que tal buscar mudar seus hábitos como ela? Eu gostei e vou tentar! Quem vem comigo?

3 semanas sem correr e o desafio de nunca desanimar

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Quando eu comecei a correr, pensei que era fogo de palha, como tantas outras manias que eu tive na vida. Pensei que ia ser um alívio momentâneo para as dores na alma que eu estava sentindo, que logo eu ia cansar, que ia desanimar nos treinos, não ia querer acordar cedo pra fazer as provas (e bota cedo nisso, hein! Meu recorde foi 3:30 da manhã), que eu ia encontrar alguma outra forma de distração ou que, logo que eu voltasse “ao normal”, ia parar de me dedicar e largar tudo.

Fiz uma prova, fiz duas, três, quatro… treinava muito, lia muito, mudei muitas coisas no estilo de vida, mas pensava que os desafios que me impunha eram o que me mantinham motivada: 5km, 10km, melhorar tempo, emagrecer mais… conseguia, aí logo ia impondo outro desafio pra continuar com a chama da corrida acesa dentro de mim. Tinha muito medo de desistir!!!

2015 corri MUITO… 2016 corri MAIS AINDA… perdi a conta de quantas provas fiz… e fiz provas de todos os tipos: normais, revezamento, obstáculos, curtas, longas, provas boas e provas muito ruins. Tive desempenhos louváveis e muitos, mas muitos desempenhos ruins.

Fiz 4 meias maratonas em 2016 e encerrei o ano com uma São Silvestre que, algumas semanas antes da prova, me apresentou um novo desafio: minha primeira lesão. Foi horrível. Passei quase 2 anos como corredora iniciante sem uma lesãozinha sequer, aí logo que me senti corredora de verdade, depois das meias, veio uma bursite no quadril e eu sabia que ia ter que maneirar e repensar meu 2017 de corridas.

Passei semanas sem treinar, mas nunca deixei de ir à academia. Podia fazer fortalecimento, musculação, então eu fazia, religiosamente. Isso tudo porque o que eu queria era voltar logo a correr, sentia falta da sensação (bendita endorfina!), sentia falta do meu momento sozinha com minhas playlists animadas, de ficar sem fôlego, de organizar o pensamento para me atentar às passadas, à respiração… e continuar treinando e fortalecendo a musculatura enquanto isso me deixava animada.

Voltei, mas voltei com calma. A bursite sarou, mas resgatar o ritmo não é nada fácil. Parecia que tinham se passado meses sem correr, parecia que todo o trabalho de 2 anos tinha ido por água abaixo! Mas não desisti, mudei os treinos, adotei educativos para aprimorar passada… e continuei. Tive uma outra inflamação, dessa vez no braço direito por um peso que levantei sem cuidado… mais uma pausa… menos treinos… difícil recuperar o tempo perdido. Abri mão de uma meia maratona porque sabia que não ia segurar a onda. Sou bem realista, sabia que ia exigir demais de mim mas não me deixei abalar e continuei treinando.

Mas aí, desde março (bem quando sarei da bursite, que ironia) uma dorzinha chatinha me incomoda no pé direito. Passei pouco mais de 1 mês trabalhando fora de casa e usava muitos sapatos baixos (sapatilhas, tênis baixinhos). Durante as corridas não doía, mas quando acordava no dia seguinte… nossaaaaa, nem pisar no chão eu conseguia. Depois de muita dor e muitas compressas em vão, fui ao médico descobri uma fascite plantar. 3 semanas sem correr. Vale ressaltar que essa lesão em especial não foi por causa das corridas, foram os sapatos sem amortecimento mesmo.

Não é grave. Alguns dias de antiinflamatório, mais compressas e alongamento. Mas é um saco saber que não posso correr.

Participo de incontáveis grupos de corrida no Facebook e vejo muitos relatos de corredores veteranos. A grande maioria já teve/tem lesões e vive quebrado, rsrs. Aí, penso que é isso que está me fazendo amadurecer como corredora. Passou o frenesi das primeiras provas, de me superar, de bater tempo… agora eu quero apenas correr. É quase como tomar banho ou escovar os dentes: 3 vezes por semana eu tenho que correr pelo menos 3km. Virou uma parte de mim.

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Nunca pensei que fosse me apaixonar por qualquer tipo de esporte. Até gosto, sempre pratiquei numa boa, mas sou mais das artes, das humanas… mas nas corridas encontrei uma quase meditação, um momento que valorizo como sendo MEU e de mais ninguém, por mais amigos que corram comigo e me acompanhem, na corrida eu entro em contato com meu eu mais primitivo, minha essência competitiva e reflexiva.

É por isso que meu lema foi “não pode parar” no começo. Naquela época eu não podia parar de emagrecer… mas isso se tornou meu estilo de vida, e agora não posso parar de correr porque uma coisa levou à outra e hoje em dia é o que me faz feliz. Vou esperar pacientemente essas 3 semanas até me recuperar totalmente, e voltar melhor do que antes!!!

 

Minha distância preferida: por que amo os 10k?

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Oi pessoal!

Nesses quase 3 anos de corridas, já perdi a conta de quantas provas de rua participei. Acho que já fiz quase todas as distâncias possíveis abaixo de 21km: 3, 5, 6, 7, 10, 14, 15, 16, 21k… tento fazer ao menos uma por mês, já que sou corredora de academia a maior parte do tempo (não tenho nenhum problema com isso, é o que dá pra fazer por aqui, rsrs.) e gosto de testar meu desempenho nas ruas. Amo a energia e o clima das corridas, saio renovada! E adquirida uma certa experiência, já posso eleger uma distância preferida, onde sinto todos os benefícios que a corrida oferece e consigo ultrapassar alguns limites: os 10k.

Sempre pensei que teria os 5k como preferência, por conta do tempo mais curto, a possibilidade de mandar um sprint ou outro, pelo desgaste físico menor… mas prefiro os 10k, pelos seguintes motivos:

  • Os 10k, para quem é “iniciante” (acho que sempre vou me considerar uma iniciante, kkk), costumam contabilizar mais ou menos 1 hora de corrida. Significa algo além de um treino comum, saindo total da zona de conforto. Quando treino na academia numa boa, gosto de ficar entre os 3 a 5k. Os 10k são uma distância segura pra mim, mas não quer dizer que não seja desafiadora.
  • É uma distância intermediária entre o “fácil” (5k) e o “difícil” (21k), exige um nível de treino um pouco maior, é difícil mas não chega a ser o grande desafio dos 21k (imagina quando chegar nos 42k? Socorro!!! kkk).
  • Foi em 10k, ano passado, que tive minha “melhor corrida”. Foi a Lotus. Bati meu recorde pessoal nos 10k, corri numa boa, sem quebrar, sem cansar tanto, estava muito bem preparada. Me senti muito bem.
  • É a distância onde consigo “curtir” mais a corrida. Eu explico: quando começo a correr, é “fácil” até o segundo km. Depois disso, passo por um período horrível de adaptação do corpo até o km 3, mais ou menos, e demoro pra estabilizar. Numa corrida de 5k, passo por uns 12 minutos de sofrência, o que representa um terço da prova!!! Quando “fico bem”, praticamente acabou a corrida e não consigo curtir o desempenho!
  • O gasto calórico dos 10k é bem significativo. Se correr num ritmo bom, dá umas 600 kcal, o que não é nada mal, hein? Como gosto de correr, não sinto o peso da obrigação, me divirto e ao final vem aquela endorfina MARAAAAA que faz tudo valer ainda mais a pena.

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A foto aqui em cima foi da minha primeira corrida de 10k, a Record na Rua em novembro de 2014. Não vou dizer que foi a primeira CORRIDA com letras maiúsculas, porque andei em muuuuuitos trechos, foi muuuuito difícil (dá pra ver pela minha cara, né, rsrs.). E reparem como minha passada está aberta, bem ruim mesmo…

Foi tão difícil que não sosseguei até fazer 10k correndo sem parar e isso aconteceu alguns meses depois, no Circuito das Estações, isso a base de MUITO treino, estudando, pegando dicas aqui e ali, alinhando a alimentação. No final, deu tudo muito certo. Foi a distância em que descobri que meu amor pelas corridas era REAL e que eu ia fazer de tudo para ser boa nisso!

Este mês, dia 24, tenho a Up Night Run, no Anhangabaú e espero conseguir correr numa boa os 10k. A experiência da última corrida, a Seven, foi muito custosa. Mas felizmente meu braço melhorou e agora consigo correr sem ele inchar. Será que consigo um Recordezinho pessoal nos 10k? Sou uma corredora modesta e até meio lerdinha, mas quero tanto melhorar!!! Treino eu faço, só falta dar uma melhoradinha na alimentação e me desafiar mais! Rsrs!

E você? Já tem uma distância favorita? Ou tem vontade de começar? Desafie-se, crie amor pela atividade física, não necessariamente a corrida, mas tente sempre ser melhor e ultrapassar todos os seus limites!!! Quando fazemos isso, nossa auto confiança aumenta, e todos os desafios da vida parecem mais simples de serem ultrapassados! Venham comigo! Estou nessa há quase 3 anos e não vou parar!

Lovelibe Moda Fitness – Coleção Inverno 2017 – Body and soul

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Oi pessoal,

pra quem é novo por aqui, meu amor pela vida saudável é tão enorme que resolvi uní-lo à outra paixão minha, a Moda, e ano passado abri minha própria loja virtual de Moda Fitness!!!

A Lovelibe tem a proposta de trazer uma motivação a mais para seus exercícios, com looks super atuais e charmosos. A numeração vai até o GG, mas é um GG HONESTO, que respeita nossas curvas e valoriza nossos corpos!!!

E estou lançando, com muita alegria, a Coleção Inverno 2017, intitulada Body and Soul, com uma pegada super feminina, focada em estampas maravilhosas e peças que conversam super bem entre si, garantindo looks maravilhosos para seus treinos.

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São camisetas, leggings, tops, pochetes, e muito mais:

E o melhor de tudo, O PREÇO MÁXIMO DAS PEÇAS É R$30!!! Não é demais?

Então não perca tempo, curta nossa página no Facebook: LoveLibe

Ou adicione a gente no Instagram @lovelibestore!!!

Ou, se preferir, envie um e-mail para lovelibefitness@gmail.com que mandaremos as fotos e tamanhos disponíveis para você conhecer os nossos produtos!!!

Seven Run, limites e o melhor gel de carboidrato da VIDA!

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Oi pessoal!

Desculpem o sumiço, ainda estou me recuperando do braço machucado mas não parei! Estou sempre lá no instagram do blog (@marilianaopodeparar, me segue lá!), e posto sempre coisinhas, treinos e dicas.

Há algum tempo me inscrevi para correr os 21km da Seven Run, uma corrida organizada pela Iguana Sports, a qual sempre aprecio pela qualidade das corridas. Super me empolguei porque tratava-se de uma Meia Maratona noturna, inédita! Eu adoro correr à noite e o clima das corridas noturnas é sensacional! Comecei bem a planilha de treinos pra me preparar pros 21k mas tive não 1, não 2, mas 3 problemas de saúde em sequência! Foi péssimo pro emagrecimento planejado, pros treinos e pra minha confiança em geral. 21k exige muito da gente… é um percurso longo e custoso. Sou uma pessoa bem realista, e, a 15 dias da prova, já sabia que talvez tivesse que repensar os 21k.

Com o passar dos dias, o braço melhorou, mas fui ao ortopedista semana passada pois ainda estava um pouco inchado. Nisso, os exames ficaram pra essa semana e a prova era sábado! Não queria desistir e tinha conseguido fazer alguns treinos de corrida pois o braço não estava doendo. Acabei decidindo ir correr, nem que fossem apenas 7km, a distância mínima.

Peguei o kit no shopping Bourbon, em menos de 5 minutos (a Iguana é sempre rápida nas entregas, nunca tive problemas). Postei um vídeo do kit no insta do blog, onde mostrei que era composto de camiseta, gymsack e número de peito, além do desconto nos produtos da Centauro, onde retiramos. Nada de cesta básica, rsrs. Mas, pelo valor que paguei e pelas distâncias oferecidas (7, 14 e21km), a qualidade da camiseta (we love Poliamida!), achei que valeu a pena. Paguei 109 reais.

A prova foi na USP, num percurso que conheço muito bem. Não vou dizer que é meu preferido, pra ser bem sincera acho até um pouco entediante porque não tem “muita coisa acontecendo”, rsrs. É dentro da Cidade Universitária e a paisagem não muda muito, dá umas voltas e o final é bem cansativo.

Arena super ok, guarda volumes sem filas, banheiros tranquilos (e com papel, tks god!). Vários Food Trucks e painéis bacanas pra fotos, com tintas neon pra pintar e pintar o rosto também, rsrs. Largamos numa boa, sem muitos caminhantes, uma vantagem das provas que tem mais de 5km. Dificilmente formaram-se paredões, acho que não vi nenhum! Isso foi excelente! As avenidas da Cidade Universitária são bem amplas, o que facilita a distribuição dos corredores.

Corri bem até o sétimo km. Contei no instagram com mais detalhes, mas o que aconteceu foi que o braço inchou e fiquei com medo de piorar. É muito, muito difícil correr com o braço inchado, parece que pesa uma tonelada! Decidi que ia correr só 14km. Ia ser muito difícil, mas nem que precisasse terminar a prova rastejando, ia ao menos tentar. E a partir daí, foi um sofrimento só, rsrs. No km 11, parei perto da placa e pensei “preciso descansar”. Abri uma paçoca que minha amiga Ana me deu antes da prova (sim, a gente COME durante a prova, kkk) e tirei uma selfie. Não, não atrapalhei ninguém porque só tinha eu, dois rapazes e um senhorzinho na pista. Todos ACABADOS, rsrs.

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Depois, pra me animar e aguentar o resto, tinha levado um gel de carbo que comprei na Ultrafitness, da marca Gu. Já tinha ouvido vários elogios a essa marca e em uma das corridas, experimentei um de limão e gostei bastante. Comprei um de chocolate pois o coração pede coisas de chocolate:

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MAS GENTE, O NEGÓCIO É GOSTOSO DEMAIS! Parece uma sobremesa! Muito docinho e pouco enjoativo, além de dar um gás muito bem-vindo! Amei! Pena que é caro pra burro, paguei 8 reais num sachêzinho. Mas acho que vou investir numa caixinha pra provas longas, vale a pena o gostinho.

Terminei a prova depois de 150 anos intercalando trote, corrida e umas caminhadinhas curtas porque tava TENSO. Não passei mal nem senti nada, mas o braço encheu o saco. Não vou dizer que foi ruim, porque eu adoro correr e todas corridas pra mim tem seu brilho. Mas fácil não foi.

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Depois da prova, rolou um bem-vindo showzinho de Rock na arena. Deu pra relaxar enquanto esperava minhas amigas encerrarem os 21k, comer umas coisinhas e ouvir um som. Prova padrão Iguana, super aprovada!!!

Mês que vem tenho a Up Night Run lá no Vale do Anhangabaú. Serão 10km no Centro da cidade e quero estar bem melhor pra tentar bater meu tempo nos 10km. Essa inscrição foi uma pechincha, 30 reais! Pena que já estão encerradas. Em julho penso em correr a Sp City Marathon, em 21km, isso se o braço estiver ok. A meta é sempre correr uma corrida de rua por mês, e adoro essa rotina! As corridas ajudam a me manter motivada e disciplinada nos treinos.

E é por isso que meu lema é NÃO PODE PARAR! Comecei essa vida há quase 3 anos e pensei que fosse logo desistir, que era fogo de palha, mas simplesmente VICIEI nessa rotina, virei uma entusiasta dos exercícios físicos e hoje isso faz parte da minha vida! Amo! E se você quer começar também, conte comigo e com o blog pra te ajudar! Vamos juntos! Não pode parar!

Sabe aquele gelo que você me deu…?”

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… EU TÔ USANDO ELE PRA RECUPERAR MEUS MÚSCULOS!

Oi pessoal! Aproveitando essa semana de molho, estou lendo bastante sobre recuperação muscular. Uma das recomendações médicas que nunca dei muita bola foi sobre as compressas de gelo. Dessa vez, tive muito inchaço no braço e o médico recomendou fazer as compressas de 2 em 2 horas por 20 minutos. É um SACO, não vou mentir. Mas sinto o alívio na hora.

Nas corridas, principalmente depois que elas acabam, com muita frequência vejo nas arenas algumas tendas com banheiras e bacias com gelo e o pessoal aproveitando e ficando literamente “imerso”, às vezes o corpo todo…

E lembro que, quando fiz a minha primeira São Silvestre, em 2015, logo depois da prova vim para casa e enchi um balde com água super gelada e coloquei os pés e uma parte das pernas dentro… no dia seguinte estava super bem e quase sem dores!!!

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2015, minha primeira São Silvestre e segunda corrida de 15km. Recuperação super OK.

Mas porque o gelo alivia tanto e ajuda na recuperação muscular? Vamos às nossas velhas e boas pesquisas:

“A imersão no gelo ou na água gelada, conhecida como crioterapia, é um procedimento que tem sido bastante utilizado no período de recuperação pós-exercício. Sem dúvida, existem muitas evidências de seu benefício quando utilizada imediatamente após a atividade mais intensa, com o objetivo de contemplar o processo de recuperação. Entretanto, existem algumas considerações que devem ser feitas, dependendo das diferentes situações em que o procedimento possa vir a ser utilizado.

Uma revisão científica muito boa sobre o assunto foi publicada no mês de fevereiro na revista Sports Medicine e suas conclusões são bastante interessantes e de ampla aplicação prática. Segundo os autores, existe um grande número de evidências científicas que indicam que a imersão em água gelada atenua o chamado quadro da  “dor do dia seguinte”, melhorando sensivelmente a recuperação pós-exercício, principalmente do processo decorrente de atividades contínuas ou intermitentes de longa duração. 

Portanto, na recuperação de um treino longo ou uma prova de corrida de longa distância, a imersão em água gelada é uma indicação consensual para melhorar a recuperação. Os trabalhos publicados indicam utilizar temperaturas entre 5 e 10 graus por um tempo em torno de 15 a 20 minutos para o melhor resultado.”

FONTE: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2016/03/gelo-apos-exercicio-saiba-quando-usar-crioterapia-para-rapida-recuperacao.html

Por outro lado, não se deve aplicar a técnica do gelo se houverem atividades físicas programadas nos dias seguintes, porque o músculo que está em recuperação não renderia da mesma forma.

Interessante saber, não é mesmo? Eu tenho um verdadeiro arsenal de itens para o “pós-corrida”: sprays de arnica, antiinflamatórios, pomadas, cremes… mas acho que o gelo tem um efeito mais imediato e eficaz.

Dia 27/05 vou correr a primeira Meia Maratona de 2017, finalmente!!! Vai ser uma MEIA NOTURNAAAA, que delícia! Amo corridas noturnas, e uma meia noturna vai ser demais!!! Apesar de estar de molho esses dias, acho que vou conseguir completar a prova sim. É a Seven Run, vai ser realizada na USP e terá percursos de 7, 14 e 21km!!!

É isso, pessoal! Bora correr por aí e se recuperar da melhor forma possível! Não pode parar!