w21k Asics – Minha quarta Meia Maratona

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E ai pessoal? Mais uma pequena pausa nos posts do #npp96, que vai muito bem, obrigada: Muita perda de peso, medidas, e o mais importante, muita mulher querendo QUALIDADE DE VIDA, se livrar de hábitos ruins, de dores no corpo, de problemas de saúde, e, por que não, melhorar a auto imagem, se gostar mais!!! Tá sendo um verdadeiro grupo de auto ajuda, conversamos o dia todo, é uma delícia!!!

Olhem aqui alguns dos rostinhos que temos lá:

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Lindas e FOCADAS, fico besta de ver essa mulherada!!! Parabéns pra todas, não apenas as da fotinha, mas todas envolvidas, tá demais!!!

Bom, agora vou falar sobre a minha quarta Meia Maratona.

A primeira, em Abril deste ano, foi a Meia Maratona Internacional de São Paulo, que foi uma prova DIFICÍLIMA, quebrei no km 17, fiz o final todo quase morrendo, trote quase parando… depois teve a Girls on the Route em Maio, que foi uma Meia com percurso “repetido”, foram 4 voltas de 5km e foi um pouco melhor, bem menos sofrida que a anterior. Depois a SP City Half Marathon, da Asics também, em Junho, que foi muuuuuito melhor planejada por mim, emagreci, fiz vários treinos focados, e com isso, tive um desempenho bem bom, tempo infinitamente melhor.

Essa Meia que fiz domingo, a W21k Asics, teve um gostinho especial pois será a última Meia de 2016 pra mim. Depois, prova longa só a São Silvestre, que tem 15k. Em 2017, pretendo fazer umas 4 Meias também, sem exagerar porque exagero gera lesão e eu não quero isso pra mim. Tem gente que faz 1 Meia por mês, que emenda semanas de Meia… não consigo nem quero, a Meia é um desgaste físico imenso, vou falar sobre isso no fim do post, inclusive. Acho que completei bem o cronograma de Meias que me comprometi esse ano, aproveitamento 100%.

Bom, me preparei pra W21k desde o final da Meia da Asics, com o Desafio dos 3 meses em dupla com o Ale e depois com o #npp96 e as meninas. Esses desafios me ajudam a ter disciplina e focar bastante!!! Pode parecer bobagem, mas me comprometer por “escrito” tem um peso maior, sei lá.

Pois bem, fiz MUITO fortalecimento, de verdade. Aumentei beeem a carga da musculação e diminui as repetições por indicação do meu instrutor, e mesmo sabendo que tinha o risco de não emagrecer tão rápido quanto antes, ou nem emagrecer, queria ficar mais “forte”, aguentar os 21k com “CLASSE”. Isso pra mim é um amadurecimento, deixar a balança um pouquiiiiinho de lado e pensar mais no corpo como um todo. Tenho minhas bads com a balança, mas nada como antes. Melhorei muito. Bom, intercalei os treinos de peso com dias de corrida+educativos, que viraram até piada na academia, porque alguns exercícios parecem dancinhas, rsrs. Acho divertido, mas me ajudaram MUITOOOOOOO.

No dia anterior, fui ao Parque do Ibirapuera, e pratiquei um pouco de Meditação e Yoga ao ar livre. Fiz isso pra me preparar. Adoro a natureza, árvores, silêncio… estendi meu mat na frente de uma árvore e visualizei meu desempenho, alegria, fiz muita respiração profunda, algumas posturas de alongamento, exercícios de respiração… um verdadeiro trabalho MENTAL, porque a partir dos 10km, pelo menos pra mim, é o psicológico que limita também.

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Almocei macarrão, e adivinhem: jantei macarrão também!!! Já falei sobre isso aqui também, o macarrão é a comida preferida dos Maratonistas como refeição pré provas!!! Vamos as informações mais técnicas:

“O macarrão é feito de trigo, um cereal, portanto, é uma fonte de carboidrato, nutriente que serve principalmente para dar energia ao corpo, além de preservar a massa muscular nos esportistas, facilitar o metabolismo das gorduras e garantir o bom funcionamento do sistema nervoso.

Absorção mais lenta 

A diferença entre o momento em que o macarrão é ingerido e o momento em que ele é absorvido deve-se ao chamado índice glicêmico (IG), que é a velocidade com que um alimento que contém carboidrato leva para ser absorvido e para que ele eleve a taxa de açúcar no sangue. Por ter amido, a massa eleva a glicemia gradualmente, o que é bom para quem se exercita, afinal, isso é o que garante que não faltará energia durante a atividade física ou a corrida.

Os carboidratos complexos presentes no macarrão são a melhor porção de energia para um atleta, e quem treina regularmente deve priorizá-lo na alimentação do dia a dia, pois garantirá que sempre haja estoques de glicogênio no corpo, que permitirão que ele mantenha o ritmo em treinos mais longos.”

FONTE: http://www.sportlife.com.br/nutricao/os-beneficios-do-macarrao-para-corredores/

Dormi bem, mas o horário de verão virou bem na madrugada, ou seja, menos uma horinha preciosa de sono. Acordei, fiz o café da manhã dos campeões (crepioca e café), tomei minha Maltodextrina no caminho (devendo post sobre isso, né!) e saí.

Fui na de Metrôzão mesmo, porque era pertinho da estação Butantã, na USP e queria fazer uma caminhadinha pra “aquecer”. Sim, observei os corredores “top top top” da Meia da Asics e percebi que eles estavam aquecendo BEM o corpo antes da prova, trotando, fazendo educativos… aproveitei a distância de 2km pra acostumar as coxona com o hard work que viria pela frente.

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Foto horrível né, hahaha

Cheguei, infra da Asics sempre impecável, Guarda Volumes (sem filas, tks god) perto dos banheiros (normalmente o percurso padrão das corredoras, principalmente mulheres!!!), largada tranquila, linda!!! Agora vamos aos fatos:

  • Os primeiros 15km foram TRANQUILOS, por incrível que pareça. Não quebrei, estava MUITO BEM, só precisei ir ao banheiro por precaução no km 10, eu acho, porque na Meia de São Paulo, em Abril, esse foi um dos motivos pelos quais eu quebrei, estava morrendo de vontade de fazer xixi, rsrs.
  • Ganhamos gelzinho de carbo (ainda bem, eu não tinha, hehehe), no km 10, se não me engano), e estoquei um pra mim, precisei dele depois.
  • A partir do 15, já eramquase 9 da manhã, um sol pra cada um na Avenida Politécnica, que é um retão sofriiiiiido!!! Ainda bem que tinham pontos de hidratação a cada 4km mais ou menos, e isotônico. Só ficamos sem as esponjas com água (frescurinha básica pra se refrescar), quando passei já não tinha mais… buááá
  • Nisso, começou a parte difícil. No km 17, panturrilhas doendo pelo desgaste físico, posterior de coxa reclamando, muito sol, mas o fôlego ok. Isso me ajudou bastante a não quebrar. A dor consigo corrigir acertando a passada, o fôlego não. Mas não foi fácil manter o ritmo querendo melhorar o tempo.
  • No km 19, faltando 2 pro final, minha playlist começou a ficar “sentimental”, selecionei algumas músicas especiais da minha história de superação, que me lembrassem a família, amigos, pessoas que gosto e que me apoiaram. Isso foi MUITO IMPORTANTE, nessa hora o emocional ajuda a superar os limites, vira algo PESSOAL MEMO, tipo, vem energia do fundo da alma, da última reserva do corpo e fala: EU SOU F*DA E VOU TERMINAR ESSA PROVA NEM QUE SEJA NA MARRA,OK? LIDEM COM ESSE BARULHO!!!
  • E foi o que aconteceu. Passei a linha de chegada correndo, passadas largas e seguras, mão pra cima e vitoriosa, sem quebrar, vomitar. Postei vídeozinho no insta do blog @marilianaopodeparar (me segue, heheh)
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CONSEGUI MANOOOOOOO TÁ PAGO SOU MEIA MARATONISTA ADEUS OBESIDADE ADEUS SEDENTARISMO AQUI É CURINTIA

Ganhamos isotônico, água, um suquinho, cookies integrais, barra de cereal, picolé (adoroooo), mas pra sentar pra comer tudo isso ae????????? MEU DEUS QUE DOOOOOOR, tive que deitar no chão (derrota hein mores) e aproveitei pra mandar uma selfie porque sou dessas.

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O sorrisão tava lá e é isso que importa. Aproveitei um pouquinho da Arena (nunca aproveito nada, hahahhaah, na verdade fiquei lá tirando foto e conversando com minha turma, rsrs), e fui pra casa. De metrô também, mais 2km de caminhada, believe me or not.

Cheguei em casa, fomos ao Outback e eu comi… adivinhem, MACARRÃO!!! Praticamente o fds inteiro comendo macarrão.

Passei o creminho fitoterápico milagroso que o marido de uma das minhas companheiras de corrida faz (super natural, cheirinho delícia, quem quiser me manda comentário ou me chama no Face que passo o contato) na perna inteira, tomei um dorflex e descansei. Tive que repassar o creme e tomar mais um dorflex à noite, mas no dia seguinte estava novinha em folha. Só um cansaço básico nas coxas, mas pudera, né! Rsrs.

Só que tive um pequeno problema. Aqui em casa venta muito e tomei um golpezinho de ar no domingo. Segunda acordei espirrando, ontem treinei de leve, mas de madrugada piorei muuuuito, a garganta ardia, o nariz idem… e tive que ir ao médico hoje, estou com uma gripe bem forte que poderia evoluir pra uma sinusite (de novo), então tô tomando 1292387 remédios. Não tem jeito, a Meia Maratona não é algo natural, debilita MUITO o corpo, derruba a resistência… futuramente pretendo ter a assistência de um Nutricionista Esportivo pra evitar esse tipo de problema.

Mas foi uma prova DELICIOSA, em excelente companhia, tivemos duas “estreantes” nos 21km na turma, foi emocionante ver o brilho nos olhos delas. Verdadeiras guerreiras, Ana e Paty!

E corredor é tudo doido mesmo, e mesmo meio dodoi, já penso nas próximas provas: esse mês devo ir na Halloween Run, que é no fds que vem, e em Novembro não sei bem quais vou correr, rsrs. Em Dezembro sei que tem Olga Kos e a maravilhosa São Silvestre. Corrida é tudo de bom e eu não posso parar!

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